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Bola de Cristal #02 - A Rodada Dos Clássicos


A Bola de Cristal do Arredonda não estava tão afiada quanto gostaríamos em sua estréia.

Na convocação para a Copa do Mundo 2014, os Deuses do Futebol nos garantiram que Kaká, Rafinha e Marquinhos seriam chamados, porém Felipão e Parreira contrariaram a vontade dos Deuses e convocaram Bernard, Maicon e HENRIQUE para disputar a Copa do Mundo em solo brasileiro.



Enfim, não temos muito tempo para lamentações pois, recebemos outro chamado do além para adiantarmos os resultados da 4ª rodada do Brasileirão, a rodada dos clássicos. Vamos lá:

Palmeiras X Góias - Sábado 18:30 (Pacaembú)

Um jogo sonolento de sábado a noite coroado com um 0 x 0.

Inter X Atlético-PR - Sábado 18:30 (Beira Rio)

O Colorado passeia em cima do Furacão.

Botafogo X Cricíuma - Sábado 21:00 (Maracanã)

Bota sofre mas ganha em casa.

Fluminense X Flamengo - Domingo 16:00 (Maracanã)

Flu leva em cima do Fla com boa atuação da dupla Fred/Sóbis.

São Paulo X Corinthians - Domingo 16:00 (Arena Barueri)

Empate com jogo feio e truncado no meio campo, digno de um duelo Mano x Muricy.

Atlético-MG x Cruzeiro - Domingo 16:00 (Independência)

O Galo aproveita o foco do Cruzeiro na Liberta e vence o clássico.

Chapecoense x Grêmio - Domingo 16:00 (Arena Condá)

Jogo difícil, mas o Grêmio leva.

Coritiba x Sport - Domingo 18:30 (Couto Pereira)

O Coxa consegue, enfim, sua primeira vitória.

Bahia x Vitória - Domingo 18:30 (Fonte Nova)

O BaVi é o jogo mais imprevisível da rodada, mas leva o Bahia com gol de Biancucchi.

Figueirense x Santos - Domingo 18:30 (Estádio do Café)

Santos aproveita a folga de alguns titulares e ganha do Figueira.



É isso aí galera! Essas são os palpites da nossa Bola de Cristal para essa rodada. Vamos ver se agora vai!!!
A Mãe Dinah garantiu que consertou seu instrumento de trabalho dessa vez!

O Arredonda já fez as previsões para a classificação final do Brasileirão também. Confira aqui!

Abraços e até a próxima.
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Libertadores - Quem Vai Conquistar a América?

Amigos amantes do mundo da bola, como vocês sabem nesta quarta e quinta serão definidas as semifinais do torneio mais importante da América, a Copa Santander Libertadores.

Após o término da Champions, com a brilhante conquista dos Blues, todas as atenções se voltam para o torneio Sul Americano afim de saber quem, teoricamente, vai enfrentar o Chelsea em Dezembro no Campeonato Mundial de Clubes da FIFA, que este ano será disputada no Japão (em 2013/2014 o torneio será disputado em Marrocos).
Será que algum time brasileiro leva a taça este ano?
Crédito da Imagem: Fox Sports
Irei analisar rapidamente os confrontos e os times envolvidos para que vocês possam saber o que esperar para os jogos desta quarta, e para os próximos confrontos.

Abrindo a rodada das quartas de final, teremos simplesmente Fluminese x Boca Juniors as 19h30 no Engenhão. O Flu terá problemas para esta partida já que não irá contar com seu artilheiro, Fred, e seu principal jogador nesta temporada, Deco, ambos lesionados. Como se não bastasse, o Tricolor das Laranjeiras terá que quebrar uma invencibilidade do Boca na competição, já que os Xeneizes estão invictos jogando fora de La Bombonera (são 3 vitórias e 1 empate). Para ir as Semis, o Tricolor das Laranjeiras irá apostar na força da torcida e, principalmente na força de sua bola parada. Vale lembrar que seus últimos 3 gols, inclusive os gols da classificação para as Quartas contra o Inter, saíram de cobranças de falta ou escanteio. Aposto numa classificação do Boca.

Terminado o jogo do Flu, partiremos direto para Corinthians x Vasco as 22hs. Este talvez seja o confronto mais equilibrado, tanto na parte técnica quanto pela parte emocional. Na partida de ida um 0 a 0, disputado em um São Januário enlameado lembrando os jogo de várzea aos domingos, deu ao Vasco a condição de jogar por um empate com gols. Outro ponto a favor do time cruzmaltino é o poder de decisão individual de alguns de seus jogadores como Alecssandro, Juninho, Diego Souza, Felipe e Fernando Prass. Já o Timão terá na força da Fiel o combustível necessário para que Paulinho, Ralf, Danilo, Alex e Sheik coloquem em funcionamento o melhor meio campo do país. Mesmo sendo corintiano, acredito numa classificação vascaína, já que o time do Rio começa o jogo levando a decisão para os pênaltis e com o passar do jogo o emocional do time do Pq. São Jorge poderá pesar contra.

Após uma bela noite de sono para nos recuperarmos das fortes emoções vividas, quinta, 20h, o Santos encara o Vélez Sarsfield na Vila Belmiro, tendo que reverter o placar de 1 a 0 sofrido na Argentina. Dos 4 jogos, teoricamente, o peixe é quem tem a missão menos difícil, já que o Velez possui uma das equipes mais fracas tecnicamente dentre os 8 times que disputam estas quartas de finais e ainda conta com o poder de decisão de PH Ganso (se estiver com vontade de jogar) e Neymar, que com certeza vai infernizar a vida do menino Peruzzi, que marcou (e muito bem) a jóia santista no jogo de ida. Além disso o Peixe irá contar com seu caldeirão fervendo para intimidar os argentinos. Mas é bom o time santista não confiar demais nesses diferenciais e ir para a partida concentrado, pois o Velez não é um time bobo, e além da vantagem conseguida em território argentino ainda conta com o bom lateral esquerdo Papa, o rápido meia atacante Martínez, o centroavante Obolo (os 3 participaram do gol do El Fortín) e com o experiente zagueiro Sebá Domínguez (quem diria!), que além de comandar a boa defesa do time argentino ainda sobe ao ataque para fazer seus golzinhos.
O jovem craque terá que ser decisivo novamente
Enfim, para acabar com o sofrimento de todos, Universidad de Chile e Libertad jogam às 22h30, com o time chileno precisando apenas segurar o 0 a 0 para passar a próxima fase. O Libertad é o time mais fraco tecnicamente destas quartas e depende das jogadas criadas pelo lateral esquerdo improvisado na meia, Miguel Samudio, além das bolas aéreas com o volante recém contratado pelo Flamengo, Cáceres. Do outro lado, o time paraguaio irá enfrentar o 'Barcelona das Américas' (apelido dado ao time chileno após a campanha na Sulamericana de 2011, onde foi campeão invicto) que, mesmo após perder sua referência no ataque, o atacante Eduardo Vargas, que se transferiu para o Napoli da Itália, vem apresentando um bom futebol, bem abaixo se comparado com o ano passado, e se classificou após uma estrondosa goleada por 6 a 0 frente ao Deportivo Quito.

Bom, para estes dois últimos confrontos confio que Santos e Universidad do Chile passam, deixando as semifinais da Copa Santander Libertadores da seguinte maneira:

Santos x Vasco
Universidad de Chile x Boca Juniors

E você, o que acha?


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Barcelona vs Real Madrid - As Lições de um Clássico

Na noite da última quarta feira, pudemos novamente assistir a um jogo de altíssima qualidade, pudemos ver futebol de verdade sendo jogador no Reino da Espanha. Os dois melhores jogadores do mundo se enfrentaram novamente acompanhados de dois dos melhores elencos do planeta. O resultado foi previsível e poucos apostaram no contrário, mas a realidade é que o desenrolar do jogo em si foi completamente inesperado. E é disso que falarei agora.


Desde que Pep Guardiola e José Mourinho estão no comando dos times espanhóis, cada jogo tem sido uma lição atrás da outra, o Real Madrid tem sofrido constantemente e conseguiu apenas uma vitória sobre o time catalão, uma vitória sofrida de 1x0.
Mourinho tentou de tudo, jogou na retranca, apelou para a pancadaria, tentou mandar o time pra cima, tentou até imitar o estilo de jogo do Barcelona. Sempre sem sucesso. A única vez que venceu, na Final da Copa do Rei em 2011, a tentativa foi estranha e ousada, e não deu certo estrategicamente, mas garantiu o título.

Naquele dia Mourinho deslocou Pepe para jogar como volante e abusou do jogo grosso e raçudo do zagueiro luso-brasileiro, que para sorte do Madrid, estava em um bom dia e mais marcou com qualidade do que bateu, ao contrário do que aconteceu semana passada, no jogo de ida. Mou tentou a mesma tática novamente, mas Pepe decidiu que bater seria mais efetivo, cometeu uma atrocidade contra Messi, seu time perdeu por 1x2 em casa e o jogador ainda foi condenado por toda a mídia mundial.

O clima não poderia ser pior, o time todo do Real pressionado, Mourinho abatido e demonstrando estar com falta de recursos para parar o maior rival, a torcida impaciente e vaiando. A mídia pressionando e os boatos de que Mourinho irá abandonar o barco. Era, definitivamente, hora de tentar algo fora do comum.

A estratégia? Transformar o Real em um time com mentalidade de time pequeno. Sim, o gigante Real Madrid deveria entrar no jogo pensando como um pequeno impetuoso e folgado. Mas com o mesmo esquema tático habitual e com as mesmas estrelas em campo.
E assim o milionário elenco da capital espanhola entrou em campo derrotado, Mourinho mesmo disse após o jogo que foi espantoso ver os jogadores conversando no vestiário e dizendo que "é impossível derrotar o Barcelona na casa deles!", e que não havia um único jogador que acreditava em uma vitória.
E dessa forma, sem querer, sem intenção, Mourinho e seu time descobriram o grande segredo do Barça: o medo. O mesmo medo que destruiu o Santos na final do Mundial de Clubes. O medo que o elenco de Madri deixou de sentir, pois não havia nada a perder!

Dessa forma toda a pressão cessou de existir e o Real entrou em campo despreocupado, e logo apertou o Barcelona na defesa, pressionando incessantemente e forçando erros inacreditáveis do time de Puyol e Xavi. Foi possível ver até Messi dando botinada em Pepe e assim devolvendo a agressão do jogo anterior, algo que o argentino nunca fez!
Infelizmente para o Real, a estrela de Messi parece ser enorme, e em um lance La Pulga criou mais uma jogada incrível e deu um gol de bandeja para Pedro. E para azar maior do Real, Daniel Alves fez um gol antológico e decisivo.

Indiferente ao placar, o Real Madrid foi para o vestiário e voltou com mais vontade ainda de ganhar, após perceber que eles estavam dominando o Barcelona, apesar do resultado, o sangue ferveu. E principalmente o sangue de Benzema, que entrou em campo determinado a fazer a diferença. O Real vinha por todos os lados, subindo com 6 jogadores e sempre tendo 6 também protegendo o meio, impedindo o Barcelona de criar. A importância tática de Granero, que entrou aos 7 minutos do segundo tempo, é imensurável, o jogador foi o 12º jogador, criando e protegendo ao mesmo tempo. Em 3 minutos (23º e 26º minutos) o time de Mou empatou e botou fogo no jogo. A torcida catalã se calou, apreensiva de tensão após a obra prima de Benzema que deixou Puyol no chão com um lençol completado para o fundo das redes.

A efetividade tática do Real Madrid dependia da falta de tensão de seu time, a pressão funcionava por que os jogadores estavam jogando futebol, estavam fazendo o que amam sem preocupações, exatamente igual o Barcelona faz constantemente. Com o empate, esse momento passou, o time percebeu que podia ganhar, foi pra cima, mas perdeu a calma e começou a bater desnecessariamente. Assim Sergio Ramos foi expulso alguns minutos após o empate. O jogo sério e pouco efetivo havia retornado aos pés madrileños.

O Barcelona se classificou com o empate, mas uma lição importantíssima foi aprendida por Mourinho e seu time. Cristiano Ronaldo e seus companheiros entraram em campo tranquilos, sabendo que estavam derrotados, e saíram de campo abatidos, tristes. Mas se engana quem pensa que mais uma derrota foi o motivo, o abatimento era unicamente por terem perdido um jogo que foi deles, em que eles foram melhores. Finalmente melhores.

Os lances de um confronto historíco

Aguardo ansiosamente pelo próximo confronto, aguardo para ver qual será a atitude de ambos os times ao entrarem em campo.
Gostaria de ouvir a preleção de Mourinho antes do jogo.
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Grandes Clássicos: A Era do Azul em Manchester


Se eu fosse um garoto de 121 anos com dentes ruins e amante da cerveja escura, que vestia azul em plena cidade dos Diabos Vermelhos, seria um garoto apaixonado e, talvez, lá no fundo, um pouco frustrado. Teria visto grandes partidas de futebol serem travadas em estádios históricos, tenham sido acanhados ou suntuosos. Teria visto golaços e defesas inacreditáveis, brigas e taças sendo erguidas, erros dramáticos de árbitros ou acertos odiados.

Maine Road, palco de um City fraco
Enfim, teria vivido o Derby Manchester e seus 161 jogos do lado que mais sofreu.

Teria ficado bem empolgado gritando e berrando com os 218 gols do City. Por outro lado, choraria ou olharia zangado para o juiz as 240 vezes em que vi um jogador de camisa vermelha comemorar um tento.
City of Manchester - Símbolo do dinheiro azul
Teria vivido anos inglórios, sendo obrigado a sentir junto à brisa gelada de inverno que endurece os ossos, o azedo sabor da torcida rival comemorando e entoando a plenos pulmões em nosso estádio. Ao longo do tempo, teria me empolgado ao vestir a camisa azul-clara e sentiria orgulho ao ver a águia de língua afiada ostentar com suas enormes asas o brasão do City. No entanto, sentado nas cadeiras da minha própria arquibancada, sofreria mais do que vibraria.

Seja no Hyde Road, Maine Road ou no novinho em folha City of Manchester - agora Etihad Stadium -, amargaria mais derrotas do que vitórias. Teria assistido de perto, nos jogos de liga, 26 triunfos do lado vermelho, contra 22 dos cidadãos azuis. Posso me recordar mais dos jogadores endiabrados correndo com o sorriso estampado no rosto, do que os de manto celeste.

Bank Street - Primeira arena do United
A coisa ficaria pior ainda quando as pelejas fossem disputadas no campo do United. Mesmo na primeira arena, o pequeno estádio com capacidade para pouco mais de dez mil torcedores chamado de Bank Street, a desvantagem já começava: 6 derrotas em 9 jogos, nenhuma vitória. No entanto, seria quando o Old Trafford, Teatro dos Sonhos, ficasse pronto, que o drama se instalaria. Em 62 partidas, 27 derrotas contra apenas 16 triunfos e 19 empates.
Old Trafford - Estádio do United

Se na Liga as coisas não iam bem, nas copas, me recordaria de bons momentos, como aquele histórico jogo de 75 pelo Quarto Turno da Copa da Liga. O Novembro Milagroso, quando Dennis Tueart, com sua camisa de algodão e golas, marcou duas vezes para construir um placar de 4 a 0 sobre os Red Devils. Que noite sob os holofotes do inverno! Seria um delírio! Com sete vitórias e uma derrota nos últimos seis anos em Old Trafford, me sentiria torcedor de um City que não se podia parar.  

Dennis Tueart, no último grande massacre do City sobre o United antes da Seca de 32 em Old Trafford
Se soubesse do futuro, aproveitaria aquele momento como se aproveita as raspas de bolo que sobram na forma, porque os anos que se seguiriam seriam duros. Para ser mais exato, seriam intermináveis 32 anos sem vencer no território dos Diabos. O Old Trafford se tornaria uma ameaça e uma lenda. Derrotas como o 2 a 0 de 87 e os acachapantes 5 a 0 de 94 – eu teria pesadelos com Eric Cantona e seu companheiro Ryan Giggs por noites e noites –, deixariam seqüelas graves de credibilidade nos fãs azuis.


Auge da Seca de 32 anos do City em Old Trafford = Passeio Endiabrado

Na longa seca, colheríamos apenas algumas vitórias em casa, de resto, pura sofreguidão. Tudo se resumiria ao simples frase: eles venceriam e nós perderíamos. Esse seria o mesmo período em que assistiria, prostrado no sofá de casa, ao United colecionar títulos, como as 12 Ligas Inglesas, totalizando 19; dois mundiais de clubes; 11 Copas da Inglaterra; 4 Copas da Liga Inglesa; e, os tenebrosos, 3 títulos da Liga dos Campeões.

Comemoração da histórica conquista da Champions League de 1999 pelo United
Enquanto o City celebraria em toda história, 2 canecos da Liga Inglesa, 5 taças da Copa da Inglaterra e duas da Copa da Liga Inglesa. Orgulhos de uma nação azul desconfiada.
Se eu fosse esse idoso garoto, precisaria esperar até 2008 para rever um triunfo em Old Trafford, um parco 1 a 2. O suficiente para desentalar o grito entalado muito além da garganta, no fundo da alma.
Uma tragédia.

Que bom que não sou esse garoto e posso desfrutar dos momentos atuais dos Cidadãos Azuis! Que saborosa foi a vitória do último 23 de outubro. Seis tentos celestes contra apenas um vermelho. Super Mário deixou dois (Why always He?) e Silva deu show, Agüero mostrou ser oportunista e Dzeko balançou as redes duas vez. Delírio total! Repetimos a maior goleada do Derby de Manchester, dando ao Teatro dos Sonhos uma reprise do embate de 1926.

Super Mário no massacre de Old Trafford de 2011

Desde a chegada do Xeque Mansour Bin Zayed Al-Nahyan, as coisas estão sob mudança por aqui. O dinheiro traz o bom futebol também para o nosso lado. O livro do derby de Manchester deve ganhar mais páginas azuis. O City vive, talvez, a maior esperança de sua história, o vento gelado do Natal e Ano Novo trouxeram os azuis lideres na Liga e confiantes para os próximos anos. Nem a derrota do último sábado, pela Copa da Inglaterra, dentro de seus domínios, abalou o espírito azul. Com um a menos quase o jogo inteiro e uma incrível recuperação no segundo tempo, os torcedores de celeste saíram do Etihad Stadium fervorosos e cientes de que apoiam um time de guerreiros.
O histórico assustador de domínio vermelho em Manchester, com o United chegando aos incríveis 42% de aproveitamento nos jogos disputados contra o City, com 27%. Deve mudar. Hoje São 68 vitórias endiabradas, contra 44 dos cidadãos. Com os azuis tendo menos triunfos que empates no Derby – que já somam 50 jogos de igualdade.

Se o dinheiro continuar a fluir em azul, as lembranças de um idoso garoto têm grandes chances de se tornarem mais alegres nos próximos 121 anos de rivalidade no clássico mais acirrado de Manchester.


Ciao!

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